Flerte na livraria
Esta poesia me ganhou na livraria. Não deu outra. Dei de presente pra minha linda. Ela adorou! E eu, de quebra, também.
Com as perdas, só há um jeito:
perdê-las.
Com os ganhos,
o proveito é saborear cada um
como uma fruta boa da estação.
A vida, como um pensamento,
corre à frente dos relógios.
O ritmo das águas indica o roteiro
e me oferece um papel:
abrir o coração como uma vela
ao vento, ou pagar sempre a conta
já vencida.
Lya Luft


2 Comments:
Mô, nem sabia que você estava de blog. Aliás, a Camila voltou com o dela. Eu já tomei a decisão: vou fazer um também. Assim que achar um nome legal, é claro. Me ajuda?
Vi seu recadinho no Orkut. Também estou com saudades. Vamos almoçar? Você sabe que impedimentos técnicos (apenas uma hora de almoço) me impedem de ir até onde você está. Será que dá para você vir até mim? A Lizie também queria te ver. Podemos marcar os três juntos (apesar de que eu queria você só para mim...).
Ah! Manda um beijo de Feliz Dia das Mães para a Dona Fátima.
E como não poderia deixar de ser: QUE VERGONHA SEU TIMINHO, hein? Lavei a alma.
Beijos,
Ric
Sempre me surpreendo com as coisas que escreve!!! Adoro me surpreender (já escrevi sobre isso no meu blog, hehehe)!!!
Bom, a Lya é fantástica!
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