6.5.05

Dia de feira

Hoje é dia de feira na rua da minha casa. Eles chegam ainda de madrugada, estacionam os caminhões, tomam café de garrafa térmica e começam a montagem das bancas. É uma barulheira que só. E quando amanhece, o sol colore todas as frutas, as flores, os legumes e verduras. Fica uma salada mista, uma confusão de vozes e de ofertas gritadas.

Dia de feira , é dia de comer pastél, é um dia alegre, de muito barulho, dia que não podemos utilizar os carros e que o Vila Gomes fica longe, longe, curtindo o verde da praça Elis Regina.

1 Comments:

At 2:01 PM, Anonymous Anonymous said...

Putz, Mônica! Dia de feira pra mim não tem nada de romântico! Muito pelo contrário! São as lembranças mais hjorrendas da infância!! Quando eu era moleque, a feira também ficava à minha porta toda quinta-feira. A barraca do peixe era bem debaixo da minha janela. Eu estudava de manhã então nesse período o terror era pouco. Mas à tarde eu já estava em casa, que ficava impregnada daquele perfume característico e nem um pouco agradável... Não como nenhum tipo de peixe até hoje (*) por causa disso! 8^)

E ainda dizem que trauma de infância não existe...

Beijo!!

(*) um atunzinho de lata com muuuita maionese misturada uma vez por ano e olha lá!!

 

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